Pé na tábua!!

Ok, pessoal, minha primeira incursão no mundo virtual...tenham paciência comigo...hehe!

Meninas, a idéia é falarmos sobre os problemas enfrentados pelas mulheres de trinta, suas dúvidas, suas neuras, seus desejos e todas as dificuldades enfrentadas por essas mulheres maravilhosas que se encontram naquela que eu chamo de "Década de Ouro", os anos em que estamos no auge de nossa forma física, vivenciamos experiências suficientes a embasar nosso dia-a-dia, sabemos o que queremos e, sobretudo, o que não queremos!

Sejam bem-vindas ao mundo das mulheres de trinta!!

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

É, que dureza é a vida de solteira da mulher de trinta! Gente do céu, parece que todos os homens interessantes desse mundo ou são casados, ou comprometidos de outra forma, inclusive com a religião (afe, tem cada padre gato!! Será que é pecado, meu Deus?? Sorry, prometo me penitenciar lavando aqueles pratos ali da pia...e só! Conforme-se, Senhor! Não tenho culpa se os bichinhos são gostosos...), ou então são bibas. Aliás, vou dizer uma coisa pra vocês, outra concorrência desleal tem sido a das bibas! Afe, gente, elas estão arrebanhando o que resta de homem nesse mundo pro seu mundo de purpurina, paetês e vaselina. E como se proliferam!! Acho que o Apocalipse vai ter praga de bibas voando, ao invés de gafanhotos, tamanha a velocidade com que se reproduzem!!

À medida que a semana vai passando, a angústia da mulher solteira vai aumentando, aumentando, até chegar em seu grau hiper-master-blaster, na sexta-feira....ô diazinho sacana pra mulher solteira! As opções são: sair com aquela amiga liiiinda, que coloca você no chinelo e a faz pensar que os homens acharão que você faz parte da indumentária da moça, tipo uma bolsinha, um brinco ou um acessório qualquer; sair com seus amigos bibas, o que é uma opção legal pra quem tá com a auto-estima abaixo das toneladas de prato que eu tenho na pia pra lavar....acredite, são muitos! As bibas, mesmo que você esteja se sentindo um lixo, são as melhores infladoras de ego que existem.  Elas vão virar pra você e dizer: "geeeeeeeeeeeeenteeeeeeeee, como você tá glamourosa, amiiiiiiiiiiiiga!!!!!", mesmo que você esteja com as olheiras no queixo e o cabelo parecendo o do bozo (epa, nem vem dizer que você não se lembra dele, Vovó Mafalda!!).   Outra opção disponível é a S.E.P.S (traduzindo: no Glossário da Maricota, esse verbete quer dizer Supermercado + Edredon + Pijamão + Sky). Pronto, esse programa, tenho certeza, já foi sua opção por muitas e muitas sextas-feiras, regadas a um vinho, muuuuitas castanhinhas de lata, amendoim japonês temperado e sorvete de flocos com calda de caramelo!

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

A vida de solteira da mulher de trinta é um tortuoso caminho, somente comparável àquela viagem de
ônibus que você fez, quando era adolescente, pra aquele fim de mundo do outro lado do planeta chamado de "interior onde moram meus pais".

A via crucis começa com uma plêiade de perguntas, tais como: "Onde acharei meu príncipe encantado?", "será que essa saia de oncinha vai denunciar que eu estou beliscando azulejo e chamando urubu de meu louro, gato e musculoso?", "será que, se eu tomar a iniciativa, aquele gato vai gostar, ou achar-me oferecida e piranhuda?". Enfim, são muitas as dúvidas que assolam as cabecinhas oxigenadas, black power, vermelho-fogo, ficando careca, inteligente (não, filha, não é você, é aquela m... de formol 90% que você coloca de dois em dois meses, até morrer de câncer de pulmão naquela fumaceira toda) ou ninho de pomba bêbada das nossas amigas de trinta, inclusive desta que ora vos fala...ai DJésus, será que eu vou ter que ligar pra aquele fim de linha, que tem mau hálito, cheira a pum enlatado e tem mais gordura no cabelo do que a chapa da Mac Donalds pra trocar, ao menos, um oleozinho? E olha que até completar a água do limpador de parabrisas, nessa situation, a gente acaba aceitando.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

É, meninas, vivemos tempos de uma concorrência muuuito desleal, um mundo em que, além das mulheres estarem batendo na linha do queixo, quase a nos aforgar em um mar de paetês, gloss e rímel hiper-mega voluptuous, há, ainda, aquela categoriazinha (isso mesmo, "zinha") de mulher: a periguete.

Como, em nome de Jah, me diga, como competir com essas mulheres de corpo sarado (lógico, não têm nada a fazer da vida, a não ser ficar pendurada no pescoço de um personal, o qual paga com tudo, menos dinheiro...), saltos de doze andares e uma faixa de cabelo no lugar da saia? E o silicone, então? Se fosse combustível, já teriam se esgotado as reservas há muito tempo!! Países com silicone em seu subsolo dominariam o mundo!! A boa notícia é que você tem , pelo menos, uma vantagem de uns trinta segundos pra virar a cara de seu homem, colocar um tapa olho, prometer sexo selvagem no banheiro, antes dela entrar no ambiente...os peitos chegam antes.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Quem já não teve um cafa como objeto de consumo, que atire a primeira pedra. É, meninas, todas nós já nos enredamos nos labirintos de sedução desse que é o mais cativante dos homens. O cafa chega em sua vida meio que a passeio, sonda as possibilidades e, aí, começa com a artilharia pesada: jantares maravilhosos, flores, torpedinhos fofos e sacanas, abre porta de carro, puxa cadeira pra você sentar e.....some!!

Isso mesmo, lindinha, ele some, desaparece, vira pó de cafa e você, apaixonadinha que ficou, fica se sentindo o capacho de boas-vindas daquele supermercado super-hiper movimentado. Claro, ele acha uma nova vítima a cada passo que dá e nunca, acredite, nunca será aquela pessoa que vai andar de mãozinhas dadas com você e chamá-la de "minha véia". Cafas não são homens pra casar ou pra se pensar em relacionamentos a longo termo, a não ser que você goste muito de chapéus e aprecie um peso extra em sua cabeça, porque é o que você terá que carregar, enquanto durar esse relacionamento.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

E essa coisa da conquista? Quem é que sabe, com certeza, quais são as reais e aceitáveis regras, no jogo do flerte (vixe, essa palavra entrega a idade...cadê meu dicionário de sinônimos??? Xapralá, deve ter fugido junto com a borrachinha de cabelo e a caneta bic, que estavam aqui há segundos atrás). Esses duendes!!

Bom, antes de tudo, quero deixar aqui registrado, para quem, eventualmente, conhecer a pessoa, ou parente, ou agregado, ou representante que se aquela miserável que queimou sutiã em praça pública cruzar na minha frente, eu ponho o pé pra ela cair!! Pra que feminismo, minhas filhas?? E o romantismo, o cavalheirismo, pra onde foram?? Devem estar lá, junto com as cinzas da lingerie da maldita feminista que, dizem as más línguas, morreu solteira e comida por seus sete gatos...

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

E a tal solidão? Bom, isso vai depender muito de sua relação consigo mesma. Parece frase de livro de auto-ajuda? Sim, parece, mas é verdade. Se pensarmos que, na grande maioria das vezes, a carência afetiva é o que rege, atualmente, as vidas de muitas de nós, mulheres de trinta, a eterna busca pelo par perfeito, a metade da laranja, é o grande mote gerador daquele famigerado e incômodo sentimentozinho: a ansiedade ( ah, miserável, I hate you!!).

Bom, partindo do pressuposto que só se sente solitário quem se crê sozinho, ainda que em meio a uma multidão, pode-se, dessa assertiva, inferir que a mulher que se basta jamais se sentirá sozinha (ao menos em tese, please!! Todas temos o direito de nos sentirmos abandonadinhas de vez em quando...faz parte do charme de ser mulher!).

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Uma das coisas mais marcantes na vida das mulheres de trinta é a pressão pelo cumprimento de papéis que se dizem "socialmente esperados" de uma mulher nessa faixa etária. Assim, ao romper a temível barreira dos trinta, a mulher inicia um processo de aceleração de seu relógio biológico, de tal forma que o coitado acaba se tornando uma espécie de bomba-relógio.

É assim que algumas mulheres acabam, no desespero do passar do tempo, insistindo em relações em que são infelizes, sujeitando-se a toda a sorte de comportamentos inaceitáveis por parte de seu parceiro, somente a fim de desempenhar os tão propalados e desejados papéis de mãe e esposa felizes.