Pé na tábua!!

Ok, pessoal, minha primeira incursão no mundo virtual...tenham paciência comigo...hehe!

Meninas, a idéia é falarmos sobre os problemas enfrentados pelas mulheres de trinta, suas dúvidas, suas neuras, seus desejos e todas as dificuldades enfrentadas por essas mulheres maravilhosas que se encontram naquela que eu chamo de "Década de Ouro", os anos em que estamos no auge de nossa forma física, vivenciamos experiências suficientes a embasar nosso dia-a-dia, sabemos o que queremos e, sobretudo, o que não queremos!

Sejam bem-vindas ao mundo das mulheres de trinta!!

sábado, 21 de abril de 2012


Alguém aí já se sentiu, literalmente, perseguida por outra pessoa, seja homem, seja outra mulher? Pois é, minhas filhas, quem já sofreu isso na pele, vai saber exatamente do que estou falando.

Na Wikipédia, vemos a perfeita definição do tema em questão, oriundo da palavra inglesa stalking: 


" Stalking (também conhecido por perseguição persistente) é um termo inglês que designa uma forma de violência na qual o sujeito ativo invade repetidamente a esfera de privacidade da vítima, empregando táticas de perseguição e meios diversos, tais como ligações telefônicas, envio de mensagens SMS ou através de correio eletrônico ou publicação de fatos ou boatos em sites da Internet (cyberstalking) [1] remessa de presentes, espera de sua passagem nos lugares que freqüenta, etc. - resultando dano à sua integridade psicológica e emocional, restrição à sua liberdade de locomoção ou lesão à sua reputação. Os motivos dessa prática são os mais variados: amor, desamor, vingança, ódio, brincadeira ou inveja".

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Que mulher é essa, que consegue manter o bofe, ali, na ponta da faca, no cabresto, mais amarrado que o nó do raio daquela embalagem de biscoito recheado deli, que engorda mais que gravidez de trigêmeos? Eita, mulé retada, essa merece respeito, minha gente, porque consegue manter o rapazinho na linha, sem descer do salto, ou melhor, usando a ponta fina do bicho pra pisar no pescoço do infeliz que tiver a ousadia de bancá-la.

A mulher retada é aquela que se dá o devido valor, ou melhor, inflaciona meeeesmo o mercado, porque se crê "a mulher", cuja companhia não é pra qualquer malandro não!! Tem que ralar muuuuuito pra conseguir mantê-la como "sua", porque essa mulher sabe muito bem que, se o carinha der mancada, vai levar um belo dum chute no traseiro, com direito a um perfeitamente legível Carmen Steffens impresso, em roxo, no derriére do moçoilo.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Meninas, não há, nesse mundo, força mais destrutiva do que uma mulher magoada! Não há tsunami, terremoto, guerra química, tornado, nada que se compare ao espírito criativo de uma mulher a tramar de que forma vai fazer aquele desgraçado sem alma pagar por ter ousado dispensá-la, ignorá-la ou trocá-la por outra (nesse último caso, recomendaria ao coitado a construção de um abrigo nuclear no porão de casa, porque vai ser lá que ele terá que passar uns bons meses de sua, agora, miserável existência, porque a "vingadora" não vai sossegar enquanto não fizer picadinho dele e de sua nova namorada, aquela esqueleta botocada, com boca de Meg Ryan com alergia ao novo gloss).

O objetivo maior da mulher ferida, acreditem, nem é ter o traste de volta, muito embora ela, às vezes, não consiga manter sua convicção de mater o sonovabitch, com aquelas mãos grandes (o miserável é todo proporcional...infeliz!) longe de seu corpitcho. É difícil, minha gente, esses sacanas parecem que têm um visgo atrativo, um magneto no lugar daquilo que carregam nas calças (não, não é a carteira, muito embora existam aquelas que são atraídas, mesmo, por esse item do vestuário masculino... #prontofalei). Não é fácil encerrar uma estória, principalmente quando, apesar de todas as suas pseudocertezas, suas convicções de autopreservação, o filho de uma égua é gostoso pra cacete (vixe, Mari não pode falar essa palavra...recomendações médicas; me causa uma taquicardia horrorosa! Ui, respira, Mari, vamos atrás de um sinônimo...); well, digamos que ele seja gostoso pra 'caramba'...ufa, pulsação normalizando!

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Por que será que a humanidade não consegue viver o tempo certo? Por que estamos sempre lamentando o passado, remoendo os fracassos, relembrando o que não deu certo, pensando no brigadeiro que deixou de comer na festinha da peste do seu sobrinho, porque estava com um vestido tão apertado que nem coca zero dava pra tomar, porque se tivesse que ir ao banheiro, ai meu Deus, o zíper jamais fecharia de novo?

Qual a razão de ficarmos a prospectar o futuro, se não temos como saber o que vai acontecer no próximo minuto de nossas vidas??? Admito que já pirei muuuuito nessa onda de viajar na maionese numa nave de catchup. Você não se contém e, quando vê, está devaneando que o carinha que acabou de ser apresentado a você, naquela missa de sétimo dia da bisavó da prima de seu cunhado, estará ao seu lado, em algum lugar da Europa, Veneza, de preferência, dali a algum tempo, não muito, claro, porque ele vai cair de quatro por você, a comemorar seus dez anos de casamento lindo, feliz e cheio de amor....afe! Parece roteiro de novela da Record, minha gente, por favor, me economizem!

segunda-feira, 9 de abril de 2012

A programação feminina, desde sua mais longínqua (nem tanto, tá?) infância, na grande maioria das famílias, ao menos naquelas que não são porra-loucas, hippies, feministas ao extremo, femininas de menos, enfim, anti-ajuntamento, é a de casar e procriar. Crescei e multiplicai-vos, já houve quem disse que esse foi o ensinamento do nosso Pai Maior...será? Não teria Ele dito: "crescei e sedes felizes"??

Os planos pro casório, então, começam cedo. Aos oito, dez anos, vêem-se menininhas, aliás, xerox (tem plural essa palavra, gente?? Heeelp!) reduzidas de mulheres (cada vez mais precoces em seus desejos, amadurecimento e espelhamento do mundo adulto, sendo que, às vezes, parecem anãzinhas de tão emperiquitadas, antecipando algo de que, mal sabem elas, sentirão muita, muita falta, na fase adulta real: suas infâncias mal vividas), conversando acerca de seus futuros casamentos..."ah, quero me casar aos 25!" A outra diz: "ah, não, eu quero viajar, estudar no exterior, acho que só vou me casar depois dos trinta e dois". Afe, gente, cadê aquelas menininhas que pulavam amarelinha e, no máximo dos máximos, eram pegas no quartinho dos fundos, brincando de médico com aquele priminho mais velho, com  quem, aliás, as meninas de hoje brincam de rainhas dominatrix, vestidinhas de couro da cabeça aos pés, usando os sapatos de salto agulha 20 da mãe e de posse de um chicotinho...e 'shlept' no lombo do pobre priminho!!

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Células adiposas....me lembro, como hoje, de minhas lições de biologia; são as perversas celulazinhas que fazem você parecer com o Faustão, antes daquilo que sei lá o que ele fez que ficou ainda mais horroroso. Pra mim, as células adiposas, também conhecidas como adipócitos (nome pomposo demais pra essa miserável, sacana e traiçoeira!) são parentes, em primeiro grau, das baratas! Absurdo? Claro que não menina! Se tiver uma guerra nuclear, o que você acha que vai sobreviver?? Respondo: as baratas e os seus pneuzinhos, minha linda!!

As pestes gordurentas são muito insidiosas...às vezes dão uma trégua, depois que você passa aquele mês inteiro igual a muçulmano, em mês de Ramadã: sem comer nadinha o dia todo e se empanturrando a partir do milissegundo que o sol espraia seus últimos raios no horizonte. Claro que você também malhou que nem uma louca, senão as miseráveis iam tomar conta até de seu couro cabeludo, fazendo você ficar a cara do Bob Esponja Calça Quadrada (isso mesmo, um quadrilátero perfeito!).