Pé na tábua!!

Ok, pessoal, minha primeira incursão no mundo virtual...tenham paciência comigo...hehe!

Meninas, a idéia é falarmos sobre os problemas enfrentados pelas mulheres de trinta, suas dúvidas, suas neuras, seus desejos e todas as dificuldades enfrentadas por essas mulheres maravilhosas que se encontram naquela que eu chamo de "Década de Ouro", os anos em que estamos no auge de nossa forma física, vivenciamos experiências suficientes a embasar nosso dia-a-dia, sabemos o que queremos e, sobretudo, o que não queremos!

Sejam bem-vindas ao mundo das mulheres de trinta!!

sábado, 21 de abril de 2012


Alguém aí já se sentiu, literalmente, perseguida por outra pessoa, seja homem, seja outra mulher? Pois é, minhas filhas, quem já sofreu isso na pele, vai saber exatamente do que estou falando.

Na Wikipédia, vemos a perfeita definição do tema em questão, oriundo da palavra inglesa stalking: 


" Stalking (também conhecido por perseguição persistente) é um termo inglês que designa uma forma de violência na qual o sujeito ativo invade repetidamente a esfera de privacidade da vítima, empregando táticas de perseguição e meios diversos, tais como ligações telefônicas, envio de mensagens SMS ou através de correio eletrônico ou publicação de fatos ou boatos em sites da Internet (cyberstalking) [1] remessa de presentes, espera de sua passagem nos lugares que freqüenta, etc. - resultando dano à sua integridade psicológica e emocional, restrição à sua liberdade de locomoção ou lesão à sua reputação. Os motivos dessa prática são os mais variados: amor, desamor, vingança, ódio, brincadeira ou inveja".
 Por sugestão de uma amiga, também bloggeira, e uma vítima do referido stalking, resolvi trazer à baila esse assunto meio incomum, mas bastante interessante, nesses dias de relações cibernéticas e facebookianas.

Perguntando a essa amiga, como identificar essa prática, dentre nossas relações pessoais, deu-me a linda uma verdadeira lista de identificadores, os quais Mari compartilha com suas Maricotinhas:

1- Essa pessoa não tolera o silêncio confortável. Não há oportunidade que você entre em uma dessas redes sociais e/ou serviços de webmessengers que a pessoa, imediatamente, não fale com você, puxando papo. Essa modalidade "esportiva" deveria ingressar no rol dos jogos olímpicos porque, sinceramente, não pode haver velocidade maior do que aquele milissegundo que dura entre você entrar, por exemplo, no facebook e a pessoa te catar. Haveria juízes de prova bem no seu ombro, na hora que você entrasse na tal rede de contatos, com um baita dum cronômetro, correndo o risco de sequer conseguir cronometrar o tal lapso temporal, porque ainda não há, na face da Terra, instrumento medidor capaz de captar a velocidade da luz!

2- Ai de você se não atender à milésima chamada do dia, pro seu celular, dessa pessoa que parece incapaz de entender que você, realmente, não está a fim de atendê-lo (a), porque, se você, por acaso, tiver o azar de encontrá-lo (a), na rua, certamente vai passar pelo catatau de cobranças, perguntas, inquirições e lamentações, advindas de seu apontado comportamento egoísta, evasivo, escapista, blabla, blablablablabla...(nesse momento, você fixa a visão em um ponto além da pessoa e passa a não escutar mais nada do que lhe é dito, igualzinho àquela professora do Snoopy, cuja fala acho que nem o roteirista entendia, podes crer! Algo como fofomfofofomfom...rsrs, lembra?? Lembra, sim, cara de pau!).

3- Se, acaso, a pessoa não consegue falar com você no seu celular, não ache que estará livre do assédio insistente e persistente dessa pessoa, de quem você passa a correr léguas, porque não tem Cristo que aguente cobrança de atenção, pelamor!! Maricotas, por favor, não façam isso com seu ningas, seja amigo, namorado, pretendente, aspirante a aspirante, ficante, esfregante, trocador de óleo, consertador de encanamento, enfim, NINGUÉMZINHO de Albuquerque Figueroa, por favor!! Não há nada mais precioso que respeitar o espaço dos outros e, vamos convir, que o modelo Felícia caiu de moda há eras!! Caso você venha fingir, mais uma vez, que não se lembra dessa personagem do Tiny Toon, coleguinha de Perninha e Lilica, vou te dar uma chancezinha, mas só dessa vez!! Não abuse, sua sacana! Era aquela menininha que corria atrás dos pobres bichinhos e os agarrava, amassava, dizendo que ia "amar, beijar, abraçar, apertaaaaar, até morrer de amor!!". Lembrou, fofa? Você não é Felícia não, né?? Rummmmmmm, de Crô, pra você!

Outro amigo, uma certa feita, quando estava eu, numa fase meio needy, a me lamentar que fulaninha, sicraninha e outras ninhas não retornavam minhas ligações, me disse algo que, até hoje, guardo como um ensinamento bastante valioso: "Você tem que deixar as pessoas sentirem a sua falta, Mari, não pode sufocá-las ou impor sua presença; se elas te retornarem, é porque merecem sua atenção". Um Osho esse meu amigo, fala a verdade???

Então, minhas maricotinhas, vamos fazer um pacto antifeliciano? Por favor, somente chamem uma pessoa no Face, caso tenham algo concreto a dizer-lhe; não serve  "tá onde?" ou "tá fazendo o que?" (nessa hora dá vontade de responder: "tô cag...." Ok, Mari censurou a palavrinha, porque não é do nosso nível); igualmente, se a pessoa não te atendeu ao celular, aguarde o retorno (ele não virá, com a mais absoluta certeza, se você tiver ligado, naquela mesma meia hora, quatrocentas e quinhentas trocentas vezes, né?). Tem horas que a gente não tá a fim de falar com ninguém, nem é com aquela pessoa específica, né, gente? Temos o direito ao saco cheio, for Christ's sake!

Dê espaço pras pessoas respirarem; nem as plantinhas se desenvolvem no aperto, ok? E, caso aquele gatinho não tenha te dado o retorno que você esperava, meu anjo, bota um salto, um rímel e vai pra rua, nem que seja pra comprar água oxigenada na farmácia!! Quem sabe o atendente não é um Gianechini com cabelo??
Beijo!!

Mari.




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