Pé na tábua!!

Ok, pessoal, minha primeira incursão no mundo virtual...tenham paciência comigo...hehe!

Meninas, a idéia é falarmos sobre os problemas enfrentados pelas mulheres de trinta, suas dúvidas, suas neuras, seus desejos e todas as dificuldades enfrentadas por essas mulheres maravilhosas que se encontram naquela que eu chamo de "Década de Ouro", os anos em que estamos no auge de nossa forma física, vivenciamos experiências suficientes a embasar nosso dia-a-dia, sabemos o que queremos e, sobretudo, o que não queremos!

Sejam bem-vindas ao mundo das mulheres de trinta!!

sábado, 21 de abril de 2012


Alguém aí já se sentiu, literalmente, perseguida por outra pessoa, seja homem, seja outra mulher? Pois é, minhas filhas, quem já sofreu isso na pele, vai saber exatamente do que estou falando.

Na Wikipédia, vemos a perfeita definição do tema em questão, oriundo da palavra inglesa stalking: 


" Stalking (também conhecido por perseguição persistente) é um termo inglês que designa uma forma de violência na qual o sujeito ativo invade repetidamente a esfera de privacidade da vítima, empregando táticas de perseguição e meios diversos, tais como ligações telefônicas, envio de mensagens SMS ou através de correio eletrônico ou publicação de fatos ou boatos em sites da Internet (cyberstalking) [1] remessa de presentes, espera de sua passagem nos lugares que freqüenta, etc. - resultando dano à sua integridade psicológica e emocional, restrição à sua liberdade de locomoção ou lesão à sua reputação. Os motivos dessa prática são os mais variados: amor, desamor, vingança, ódio, brincadeira ou inveja".

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Que mulher é essa, que consegue manter o bofe, ali, na ponta da faca, no cabresto, mais amarrado que o nó do raio daquela embalagem de biscoito recheado deli, que engorda mais que gravidez de trigêmeos? Eita, mulé retada, essa merece respeito, minha gente, porque consegue manter o rapazinho na linha, sem descer do salto, ou melhor, usando a ponta fina do bicho pra pisar no pescoço do infeliz que tiver a ousadia de bancá-la.

A mulher retada é aquela que se dá o devido valor, ou melhor, inflaciona meeeesmo o mercado, porque se crê "a mulher", cuja companhia não é pra qualquer malandro não!! Tem que ralar muuuuuito pra conseguir mantê-la como "sua", porque essa mulher sabe muito bem que, se o carinha der mancada, vai levar um belo dum chute no traseiro, com direito a um perfeitamente legível Carmen Steffens impresso, em roxo, no derriére do moçoilo.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Meninas, não há, nesse mundo, força mais destrutiva do que uma mulher magoada! Não há tsunami, terremoto, guerra química, tornado, nada que se compare ao espírito criativo de uma mulher a tramar de que forma vai fazer aquele desgraçado sem alma pagar por ter ousado dispensá-la, ignorá-la ou trocá-la por outra (nesse último caso, recomendaria ao coitado a construção de um abrigo nuclear no porão de casa, porque vai ser lá que ele terá que passar uns bons meses de sua, agora, miserável existência, porque a "vingadora" não vai sossegar enquanto não fizer picadinho dele e de sua nova namorada, aquela esqueleta botocada, com boca de Meg Ryan com alergia ao novo gloss).

O objetivo maior da mulher ferida, acreditem, nem é ter o traste de volta, muito embora ela, às vezes, não consiga manter sua convicção de mater o sonovabitch, com aquelas mãos grandes (o miserável é todo proporcional...infeliz!) longe de seu corpitcho. É difícil, minha gente, esses sacanas parecem que têm um visgo atrativo, um magneto no lugar daquilo que carregam nas calças (não, não é a carteira, muito embora existam aquelas que são atraídas, mesmo, por esse item do vestuário masculino... #prontofalei). Não é fácil encerrar uma estória, principalmente quando, apesar de todas as suas pseudocertezas, suas convicções de autopreservação, o filho de uma égua é gostoso pra cacete (vixe, Mari não pode falar essa palavra...recomendações médicas; me causa uma taquicardia horrorosa! Ui, respira, Mari, vamos atrás de um sinônimo...); well, digamos que ele seja gostoso pra 'caramba'...ufa, pulsação normalizando!

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Por que será que a humanidade não consegue viver o tempo certo? Por que estamos sempre lamentando o passado, remoendo os fracassos, relembrando o que não deu certo, pensando no brigadeiro que deixou de comer na festinha da peste do seu sobrinho, porque estava com um vestido tão apertado que nem coca zero dava pra tomar, porque se tivesse que ir ao banheiro, ai meu Deus, o zíper jamais fecharia de novo?

Qual a razão de ficarmos a prospectar o futuro, se não temos como saber o que vai acontecer no próximo minuto de nossas vidas??? Admito que já pirei muuuuito nessa onda de viajar na maionese numa nave de catchup. Você não se contém e, quando vê, está devaneando que o carinha que acabou de ser apresentado a você, naquela missa de sétimo dia da bisavó da prima de seu cunhado, estará ao seu lado, em algum lugar da Europa, Veneza, de preferência, dali a algum tempo, não muito, claro, porque ele vai cair de quatro por você, a comemorar seus dez anos de casamento lindo, feliz e cheio de amor....afe! Parece roteiro de novela da Record, minha gente, por favor, me economizem!

segunda-feira, 9 de abril de 2012

A programação feminina, desde sua mais longínqua (nem tanto, tá?) infância, na grande maioria das famílias, ao menos naquelas que não são porra-loucas, hippies, feministas ao extremo, femininas de menos, enfim, anti-ajuntamento, é a de casar e procriar. Crescei e multiplicai-vos, já houve quem disse que esse foi o ensinamento do nosso Pai Maior...será? Não teria Ele dito: "crescei e sedes felizes"??

Os planos pro casório, então, começam cedo. Aos oito, dez anos, vêem-se menininhas, aliás, xerox (tem plural essa palavra, gente?? Heeelp!) reduzidas de mulheres (cada vez mais precoces em seus desejos, amadurecimento e espelhamento do mundo adulto, sendo que, às vezes, parecem anãzinhas de tão emperiquitadas, antecipando algo de que, mal sabem elas, sentirão muita, muita falta, na fase adulta real: suas infâncias mal vividas), conversando acerca de seus futuros casamentos..."ah, quero me casar aos 25!" A outra diz: "ah, não, eu quero viajar, estudar no exterior, acho que só vou me casar depois dos trinta e dois". Afe, gente, cadê aquelas menininhas que pulavam amarelinha e, no máximo dos máximos, eram pegas no quartinho dos fundos, brincando de médico com aquele priminho mais velho, com  quem, aliás, as meninas de hoje brincam de rainhas dominatrix, vestidinhas de couro da cabeça aos pés, usando os sapatos de salto agulha 20 da mãe e de posse de um chicotinho...e 'shlept' no lombo do pobre priminho!!

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Células adiposas....me lembro, como hoje, de minhas lições de biologia; são as perversas celulazinhas que fazem você parecer com o Faustão, antes daquilo que sei lá o que ele fez que ficou ainda mais horroroso. Pra mim, as células adiposas, também conhecidas como adipócitos (nome pomposo demais pra essa miserável, sacana e traiçoeira!) são parentes, em primeiro grau, das baratas! Absurdo? Claro que não menina! Se tiver uma guerra nuclear, o que você acha que vai sobreviver?? Respondo: as baratas e os seus pneuzinhos, minha linda!!

As pestes gordurentas são muito insidiosas...às vezes dão uma trégua, depois que você passa aquele mês inteiro igual a muçulmano, em mês de Ramadã: sem comer nadinha o dia todo e se empanturrando a partir do milissegundo que o sol espraia seus últimos raios no horizonte. Claro que você também malhou que nem uma louca, senão as miseráveis iam tomar conta até de seu couro cabeludo, fazendo você ficar a cara do Bob Esponja Calça Quadrada (isso mesmo, um quadrilátero perfeito!).

sexta-feira, 30 de março de 2012

Afe, meu Deus, quem foi que inventou o tal do cartão de crédito, minha gente? Bom, independente de quem tenha sido essa criatura sem alma,  esqueceu-se de colocar um alarme no bichinho, do tipo que gritasse, bem alto, quando a maluca consumista chegasse perto de qualquer loja que tivesse, ainda que em letras pequenininhas, no cantinho da vitrine, alguma das seguintes expressões: "sale", "supermegaultra liqui de verão",  "bota-fora", "pra mudar de endereço" e, principalmente, a palavrinha "desconto" (essa última, desperta na mulher um animalzinho esquisito, parecido com uma lagarta prenha, cujo único pensamento, durante o período de privação de sentidos que se segue ao ato de passar os olhos em uma vitrine, é o de comer dinheiro, comer dinheiro!!).

Não dá, realmente, pra entender como é que alguém pode pensar que "precisa" de oitenta e cinco pares de sapato vermelho, pelamordedeus! Ah, mas um é diferente do outro, ué, e, afinal, você não pode viver sem um sapato vermelho pra cada tipo de evento possível e imaginável, na vida de um ser humano, desde o batizado do filho da sobrinha da empregada, até o aniversário de boneca Barbie veterinária da Julinha, a enteada "mala" da sua vizinha da casa de praia.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Quem é que nunca fez alguma merda federal, por conta de carência, minhas amigas? Ninguém, creio eu. A carência é um bichinho muito cruel, que vai comendo sua auto-estima com a mesma voracidade que faz você devorar aquela panelada de brigadeiro inteirinha, quando está de TPM. É um buraco sem fim, igualzinha à sua conta bancária, minha filha, que parece nunca se satisfazer com tudo aquilo que você sua horrores pra jogar lá dentro (da última vez, você esperou mó tempão e escutou até o eco quando, finalmente, a moedinha que você colocou lá atingiu o fundo do buraco!).

É essa maldita a responsável por aqueles quilinhos a mais - porque quem é que raciocina quando está carente e entra naquela Delicatessen wonderful que abriu bem pertinho de casa? (não tinha outro lugar não, gente?? Uma cidade desse tamanho...) - é essa indecorosa que faz você ceder e ligar praquele cafa feladaputa, só pra ele não atender, pela enésima vez, e fazer você sentir como se fosse o cuspe de uma ameba de cachorro; é essa condição tortuosa, que faz você sair, com aquelas suas outras amigas carentes, praquele show de música brega, de última categoria, na esperança de arranjar algum desdentado jeitosinho, pra dar umas beijocas naquela boquinha murcha charmosa. Enfim, é a carência a responsável pelas insanidades que a mulher de trinta, a cada dia, tem feito em busca de algo que, finalmente, a faça sair dessa areia movediça infernal, na qual, um movimento sequer, faz você ficar enterrada até o seu pescocinho, recém esticado por aquele lifting mara que você fez, na tentativa de ganhar uns pontinhos de vantagem nessa corrida maluca que se tornou encontrar um cobertorzinho de orelha, ainda que não seja de algodão egípcio, né, meu bem, afinal você não está em posição de ser exigente, fofa (poliéster também esquenta, apesar de dar bolinha....tudo tem seu preço!).

terça-feira, 13 de março de 2012

Mas o que é que as mulheres de trinta querem pra si? Alguém pra chamar de seu, sucesso profissional, um monte de bacuraus gritando: "mamãe, mamãe..."? Dizem que, na verdade, essa trindade de metas é o que, ao menos em tese, compõe o que se pode chamar de objetivo maior da mulher, nessa faixa etária. E não basta ser mais ou menos em algum dos três pilares; a mulher se exige tudo, quer a perfeição, sob pena de sentir-se desmerecedora ou incapaz das tais benesses. Então, tá na hora de vestir aquela sua fantasia de mulher maravilha (não, meu bem, não é aquela que você comprou naquele sex shop de Amsterdam, for God's sake! Você ainda vai ser presa, criatura pervertida!), e arregace as mangas, porque não é fácil poder-se dizer, hoje, que se está plenamente satisfeita com a vida que se leva, ainda que a "dourada trindade" esteja presente, em todo o seu esplendor.

Em primeiro lugar, cadê essa pessoa, esse homem, que você tanto busca? Muitas de nós têm a resposta na ponta da língua: não tem homem na praça! Mas será que é isso mesmo?? Um amigo meu, ao conversarmos sobre as dificuldades encontradas pelas mulheres de trinta em encontrar um par legal, pra ser seu companheiro nessa aventura que é a vida, me disse algo que me fez refletir bastante a respeito: "Mari, o problema é que muito mais mulheres se dedicaram, nos últimos anos, a si mesmas, às suas carreiras, ao seu desenvolvimento pessoal. Os homens de sua faixa etária não as acompanharam....resultado: mulheres com standards de exigência cada vez mais altos e pouquíssimos exemplares do sexo masculino a corresponderem às suas demandas. Disse-me ele mais: "olha, se formos ao campinho de futebol mais próximo, você verá que existem, sim, homens solteiros, mas dificilmente um deles vai atender às suas expectativas...". Fiquei caladinha, claro, matutando que ele tinha razão...mas bem que ele podia me dizer onde ficava esse tal campinho de futebol, né? Pra zerar o horômetro, afinal, não precisa ser PhD!!

sexta-feira, 9 de março de 2012

O sonho dourado ainda cultivado por muitas das mulheres dessa turma maravilhosa à qual pertencemos ainda é, apesar de todas as dificuldades e tropeços por que tem passado o instituto, o casamento. O matrimônio, em nossa sociedade, ainda confere aos cônjuges (palavrinha linda, né? É a preferida dos Advogados de Família...hehe) um inegável status, servindo mesmo como legitimador de uma certa credibilidade no meio em que está inserido esse casal, que passa a ter uma espécie de "passe livre", seja para eventos, festas, comemorações e toda uma sorte de reuniões em que as mucuras têm pavor de expor suas beldades carecas e buchudas às garras afiadas das mulheres solteiras, essas constantes ameaças aos lares de hoje (bando de iludidas!!).

A questão é: quanto vale um casamento hoje em dia? O quanto é possível tolerar-se de desgaste, desinteresse, infidelidades, mal-estar, em prol de manter-se esse "sagrado laço", sob o qual devem os "amarrados", ao menos em tese, permanecer até que a dona caveira venha puxá-los pelos pés? Será que, em nome de uma posição perante a família de ambos e a comunidade em que se vivem, devem marido e/ou mulher abrir mão de sua felicidade? Até onde vai essa tentativa, desvairada, em muitos casos, de, a qualquer custo, inclusive pessoal, permanecer sob essa fachada de perfeição institucional, enquanto se despedaçam o respeito, a harmonia, a paz de espírito?

quarta-feira, 7 de março de 2012

Por sugestão de uma amiga, esse post vai ser sobre um tema muito interessante e, aliás, de muito importante discussão, na vida das mulheres de trinta: a verdadeira obrigação de ser feliz, que nos é, diariamente, enfiada goela abaixo -  sem água ou um suquinho light pra ajudar - seja em família, seja no trabalho, seja socialmente. Então, como bem lembrado por essa minha amiga, será que vivemos na era do Prozac? Não mais nos é dado o direito de espernear, arrancando os cabelos e gastando todo o suprimento de lencinhos de papel do Continente Americano?

Pois bem, a cobrança pela felicidade, não é exigência muito recente, na história de nossa sociedade moderna. As amigas aí de trinta e quinze, trinta e vinte anos, e assim por diante (clarooooooo, vocês fazem parte de nossa tchurma!!), devem lembrar-se daquela época, ainda que não vivida pelas mesmas (of course!!), na qual as mulheres nada mais eram que modelos de donas-de-casa perfeitas que, após lavarem todas as cuequinhas de seu maridão (algumas com aquele freião de bicicleta...argh!!), limparem tooooda a casa, cozinharem e cuidarem pra que seus oito filhos (fofos...) estivessem limpos, arrumados, educados e alimentados, ao final do dia ainda tinham que estampar, em seus rostos cansaaaados, a imagem da felicidade, na base do creme Pond's (lembram, aquele que era vendido no supermercado? Lembra sim, sua megera! Vai tirar essa sainhadoispalmos que tá ridícula em você!! Você é mãe de um adolescente, for Christ's sake!!), afinal, tinham um marido, o que era considerado o supra-sumo do sucesso para uma mulher (cada traste, afe!).

segunda-feira, 5 de março de 2012

Eita que o tal do homês (fast glossário da Mari: língua falada pelos homens) é difícil de entender, hein? E o engraçado disso tudo é que ele se torna praticamente incompreensível à simples mortal, a depender da conveniência de seu fluente interlocutor. Várias, inúmeras são as situações em que eles dizem que nós entendemos tudo errado, que não foi bem assim, que não quis dizer aquilo, que você está louca por inferir isso daquilo totalmente diverso que ele lhe disse...enfim, a comunicação entre homens e mulheres, hoje em dia, está cada vez mais truncada e não, você não enlouqueceu ou se tornou uma maluca que imagina coisas! É muito cômodo a eles simplesmente voltarem atrás daquilo que, embora dito, com todos os "esses" e "erres", lhes desfavoreça de alguma forma.

Assim, cuidado quando o filho da mãe vier com um desses "você está imaginando coisas". Primeiro, contenha-se pra não pega-lo por trás da cabeça e "rumale" o côco contra a parede, repetidas vezes, até ele confessar que quis, mesmo, dizer que te amava e não foi porque estava embriagado e você estava lá, a tostar os joelhos naquele tapete "feladaputa", que mais parecia um ralador, enquanto ele brincava de cowboy, e sem tirar aquelas meias fedorentas!

sábado, 3 de março de 2012

Quem são essas mulheres, que "causam" em qualquer lugar que chegam, chamam a atenção de todos, homens e mulheres?  As congêneres, porém, amaldiçoando o dia em que papai e mamãe poderosos resolveram, depois de um baile de carnaval animado, brincar de médico no chão da cozinha. As mulheres super poderosas são bonitas, bem-sucedidas, seguras de si, têm a auto-estima super bem resolvida, o amor próprio em alta e....a solidão por companhia!

A descrição feita acima, na realidade, corresponde, no mais das vezes, à impressão que os outros têm da mulher super poderosa; a verdade, contudo, tende a ser bem diferente, na vida dessa mulher. Em primeiro lugar, as feiosas que dêem pulos de alegria, mas beleza atrapalha, sim, e em muitas situações corriqueiras do cotidiano. Você não acredita, né? Acha que basta ser bonita pra estar sempre caminhando, com salto-agulha 18, sobre um tapete de homens gloriosos, todos esperando que você dê sua espetadinha deliciosa em seus lombos sarados (não é roteiro de filme pornô sado-masô....mas bem que poderia ser! Hehe! Talvez eu me lance nesse mercado....um caso a se pensar! Vixe, agora as idéias fervilham em minha cabeça!! Foco, Mari, please!!), ou então ficam ali deitadinhos, os safados, só pra ver a cor de sua calcinha...hehe, fiquei pervertida agora (afe, preciso zerar esse *horômetro)!

quinta-feira, 1 de março de 2012

E as loucuras que fazemos, na corrida contra o maldito do relógio? Aliás, queria saber onde me inscrevo pra não fazer mais aniversário, porque não me lembro de ter assinado nada permitindo que aumentassem a minha idade a cada ano! Ao cruzar a barreira dos trinta, nasce, na mulher, a angústia sufocante da passagem do tempo, afinal, ontem você estava na casa dos vinte, mas, hoje, você é uma Balzaca!!!!! Ai minha Nossa Senhora da Lancôme!

Assim, iniciada essa inevitável e desgovernada trajetória rumo à dentadura e à bengala, a mulher de trinta se vê inserida numa verdadeira guerra contra Chronos, lançando mão de cada vez mais avançados recursos da tecnologia estética hoje no mercado, para, pelo menos, adiar mais um pouquinho a sua metamorfose de ser humano para fruta (maracujá, minha filha, e de gaveta! Pode ser ameixa seca, se você preferir ou uva passa....).

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

É, que dureza é a vida de solteira da mulher de trinta! Gente do céu, parece que todos os homens interessantes desse mundo ou são casados, ou comprometidos de outra forma, inclusive com a religião (afe, tem cada padre gato!! Será que é pecado, meu Deus?? Sorry, prometo me penitenciar lavando aqueles pratos ali da pia...e só! Conforme-se, Senhor! Não tenho culpa se os bichinhos são gostosos...), ou então são bibas. Aliás, vou dizer uma coisa pra vocês, outra concorrência desleal tem sido a das bibas! Afe, gente, elas estão arrebanhando o que resta de homem nesse mundo pro seu mundo de purpurina, paetês e vaselina. E como se proliferam!! Acho que o Apocalipse vai ter praga de bibas voando, ao invés de gafanhotos, tamanha a velocidade com que se reproduzem!!

À medida que a semana vai passando, a angústia da mulher solteira vai aumentando, aumentando, até chegar em seu grau hiper-master-blaster, na sexta-feira....ô diazinho sacana pra mulher solteira! As opções são: sair com aquela amiga liiiinda, que coloca você no chinelo e a faz pensar que os homens acharão que você faz parte da indumentária da moça, tipo uma bolsinha, um brinco ou um acessório qualquer; sair com seus amigos bibas, o que é uma opção legal pra quem tá com a auto-estima abaixo das toneladas de prato que eu tenho na pia pra lavar....acredite, são muitos! As bibas, mesmo que você esteja se sentindo um lixo, são as melhores infladoras de ego que existem.  Elas vão virar pra você e dizer: "geeeeeeeeeeeeenteeeeeeeee, como você tá glamourosa, amiiiiiiiiiiiiga!!!!!", mesmo que você esteja com as olheiras no queixo e o cabelo parecendo o do bozo (epa, nem vem dizer que você não se lembra dele, Vovó Mafalda!!).   Outra opção disponível é a S.E.P.S (traduzindo: no Glossário da Maricota, esse verbete quer dizer Supermercado + Edredon + Pijamão + Sky). Pronto, esse programa, tenho certeza, já foi sua opção por muitas e muitas sextas-feiras, regadas a um vinho, muuuuitas castanhinhas de lata, amendoim japonês temperado e sorvete de flocos com calda de caramelo!

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

A vida de solteira da mulher de trinta é um tortuoso caminho, somente comparável àquela viagem de
ônibus que você fez, quando era adolescente, pra aquele fim de mundo do outro lado do planeta chamado de "interior onde moram meus pais".

A via crucis começa com uma plêiade de perguntas, tais como: "Onde acharei meu príncipe encantado?", "será que essa saia de oncinha vai denunciar que eu estou beliscando azulejo e chamando urubu de meu louro, gato e musculoso?", "será que, se eu tomar a iniciativa, aquele gato vai gostar, ou achar-me oferecida e piranhuda?". Enfim, são muitas as dúvidas que assolam as cabecinhas oxigenadas, black power, vermelho-fogo, ficando careca, inteligente (não, filha, não é você, é aquela m... de formol 90% que você coloca de dois em dois meses, até morrer de câncer de pulmão naquela fumaceira toda) ou ninho de pomba bêbada das nossas amigas de trinta, inclusive desta que ora vos fala...ai DJésus, será que eu vou ter que ligar pra aquele fim de linha, que tem mau hálito, cheira a pum enlatado e tem mais gordura no cabelo do que a chapa da Mac Donalds pra trocar, ao menos, um oleozinho? E olha que até completar a água do limpador de parabrisas, nessa situation, a gente acaba aceitando.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

É, meninas, vivemos tempos de uma concorrência muuuito desleal, um mundo em que, além das mulheres estarem batendo na linha do queixo, quase a nos aforgar em um mar de paetês, gloss e rímel hiper-mega voluptuous, há, ainda, aquela categoriazinha (isso mesmo, "zinha") de mulher: a periguete.

Como, em nome de Jah, me diga, como competir com essas mulheres de corpo sarado (lógico, não têm nada a fazer da vida, a não ser ficar pendurada no pescoço de um personal, o qual paga com tudo, menos dinheiro...), saltos de doze andares e uma faixa de cabelo no lugar da saia? E o silicone, então? Se fosse combustível, já teriam se esgotado as reservas há muito tempo!! Países com silicone em seu subsolo dominariam o mundo!! A boa notícia é que você tem , pelo menos, uma vantagem de uns trinta segundos pra virar a cara de seu homem, colocar um tapa olho, prometer sexo selvagem no banheiro, antes dela entrar no ambiente...os peitos chegam antes.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Quem já não teve um cafa como objeto de consumo, que atire a primeira pedra. É, meninas, todas nós já nos enredamos nos labirintos de sedução desse que é o mais cativante dos homens. O cafa chega em sua vida meio que a passeio, sonda as possibilidades e, aí, começa com a artilharia pesada: jantares maravilhosos, flores, torpedinhos fofos e sacanas, abre porta de carro, puxa cadeira pra você sentar e.....some!!

Isso mesmo, lindinha, ele some, desaparece, vira pó de cafa e você, apaixonadinha que ficou, fica se sentindo o capacho de boas-vindas daquele supermercado super-hiper movimentado. Claro, ele acha uma nova vítima a cada passo que dá e nunca, acredite, nunca será aquela pessoa que vai andar de mãozinhas dadas com você e chamá-la de "minha véia". Cafas não são homens pra casar ou pra se pensar em relacionamentos a longo termo, a não ser que você goste muito de chapéus e aprecie um peso extra em sua cabeça, porque é o que você terá que carregar, enquanto durar esse relacionamento.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

E essa coisa da conquista? Quem é que sabe, com certeza, quais são as reais e aceitáveis regras, no jogo do flerte (vixe, essa palavra entrega a idade...cadê meu dicionário de sinônimos??? Xapralá, deve ter fugido junto com a borrachinha de cabelo e a caneta bic, que estavam aqui há segundos atrás). Esses duendes!!

Bom, antes de tudo, quero deixar aqui registrado, para quem, eventualmente, conhecer a pessoa, ou parente, ou agregado, ou representante que se aquela miserável que queimou sutiã em praça pública cruzar na minha frente, eu ponho o pé pra ela cair!! Pra que feminismo, minhas filhas?? E o romantismo, o cavalheirismo, pra onde foram?? Devem estar lá, junto com as cinzas da lingerie da maldita feminista que, dizem as más línguas, morreu solteira e comida por seus sete gatos...

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

E a tal solidão? Bom, isso vai depender muito de sua relação consigo mesma. Parece frase de livro de auto-ajuda? Sim, parece, mas é verdade. Se pensarmos que, na grande maioria das vezes, a carência afetiva é o que rege, atualmente, as vidas de muitas de nós, mulheres de trinta, a eterna busca pelo par perfeito, a metade da laranja, é o grande mote gerador daquele famigerado e incômodo sentimentozinho: a ansiedade ( ah, miserável, I hate you!!).

Bom, partindo do pressuposto que só se sente solitário quem se crê sozinho, ainda que em meio a uma multidão, pode-se, dessa assertiva, inferir que a mulher que se basta jamais se sentirá sozinha (ao menos em tese, please!! Todas temos o direito de nos sentirmos abandonadinhas de vez em quando...faz parte do charme de ser mulher!).

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Uma das coisas mais marcantes na vida das mulheres de trinta é a pressão pelo cumprimento de papéis que se dizem "socialmente esperados" de uma mulher nessa faixa etária. Assim, ao romper a temível barreira dos trinta, a mulher inicia um processo de aceleração de seu relógio biológico, de tal forma que o coitado acaba se tornando uma espécie de bomba-relógio.

É assim que algumas mulheres acabam, no desespero do passar do tempo, insistindo em relações em que são infelizes, sujeitando-se a toda a sorte de comportamentos inaceitáveis por parte de seu parceiro, somente a fim de desempenhar os tão propalados e desejados papéis de mãe e esposa felizes.